"A logística reversa é processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no ambiente empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. " (Patricia Guarnieri)



Crédito da imagem: jscreationzs / FreeDigitalPhotos.net
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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Recall e programa de troca do SANSUNG GALAXY NOTE 7 - ATENÇÃO!!

A Samsung está trabalhando com a Consumer Product Safety Commission (CPSC) para investigar os casos relatados recentemente envolvendo o Galaxy Note7. Enquanto a investigação está ocorrendo, a Samsung está pedindo a todos os parceiros de operadoras e de varejo  em todo o mundo para parar com as vendas e trocas do Galaxy Note7. 


O processo de logística reversa foi desencadeado, uma vez que os dispositivos afetados podem superaquecer e representam um risco de segurança, estamos pedindo aos consumidores com um Galaxy Note7 original ou uma substituição Galaxy Note7 para entrar  em contato com a transportadora ou o ponto de venda onde adquiriu o seu Galaxy Note7. Se você comprou o seu Galaxy Note7 diretamente da Samsung.com ou tiver dúvidas, deve contactar-nos em 1-844-365-6197 e nós podemos ajudá-lo.

O Galaxy Note 7, um smartphone de bordas curvas com lápis óptico e que tem como sua principal novidade a resistência total à água, começou a ser comercializado no mundo todo no dia 19 de agosto. O aparelho tinha previsão chegar às lojas no Brasil em setembro. Segundo a Samsung, o lançamento será adiado (G1 Notícias).

Os proprietários do Galaxy Note7 devem seguir os seguintes procedimentos:

1) Trocar o seu atual Galaxy Note7 ou quaisquer acessórios específicos Galaxy Note7 com um reembolso da diferença de preço entre os dispositivos Galaxy S7 ou Galaxy S7;

2) Contactar o local de compra para obter um reembolso total;

3) Os Clientes que devolverem o dispositivo Note7 também receberão um crédito de US$25 em forma de cartão de presente, de crédito na loja, na loja onde comprou o dispositivo ou acessório ou nos pontos de venda de seleção de operadoras.


Fonte e mais informações: http://www.samsung.com/us/note7recall/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

ATENÇÃO! Recall de lote de Toddynho contaminado por bactéria no RS

A Pepsico, fabricante do achocolatado Toddynho, confirmou, nesta terça-feira, que oito mil unidades do produto, fabricadas no dia 2 de junho e com validade até 29 de novembro, estavam contaminadas com a bactéria Bacillus Cereus que provoca intoxicação alimentar. A informação foi repassada ao serviço de Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde de Porto Alegre no início da tarde.
Segundo o comunicado, análises químicas realizadas pela companhia identificaram a presença da bactéria. O bacilo surge, em geral, devido ao resfriamento inadequado de alimentos e pode causar enjoos, vômitos e diarreia. Segundo a Pepsi, duasmil unidades do produto contaminado já haviam sido localizadas e recolhidas na rede de estabelecimentos comerciais de Porto Alegre e da região metropolitana abastecidas pela companhia.

Em comunicado distribuído à imprensa na segunda-feira, a Pepsi reconhecia alteração nos padrões de controle de qualidade e erro na distribuição do lote, que estava bloqueado no centro de distribuição. Também admitia ter havido falha no descarte do produto, que estava fora de especificação bacteriológica.

As unidades do lote GRU L 15 não devem ser consumidas, frisou a empresa. A decisão de recolher a bebida foi tomada após dois consumidores relatarem, há duas semanas, alterações no sabor do achocolatado e problemas de saúde após o consumo. A Secretaria Estadual da Saúde gaúcha recolheu amostras do produto para análises químicas, que ainda não foram concluídas.

A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), que havia orientado os supermercados a retirarem das gôndolas apenas o lote com final 23:23, fabricados das 23h04 às 23h46 do dia 2 de junho, comunicou nesta manhã que vai recomendar que toda a produção do Toddynho desse dia seja retirada dos pontos de venda.

Conforme a entidade, as principais redes de supermercados do Rio Grande do Sul já não dispõem mais do produto à venda, mas os pequenos comércios ainda não foram alertados sobre o problema.

Segundo a empresa, o lote que começou a ser recolhido representa menos de 0,5% do que é comercializado mensalmente no Rio Grande do Sul.

Os clientes que adquiriram produtos do lote contaminado foram orientados a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Pepsi para a substituição da bebida, sem custo. O contato também pode ser feito pelo telefone 0800 703 2222 ou pelo e-mail sactoddynho@pepsico.com.

O horário de atendimento telefônico do SAC é das 8h às 20h, de segunda a sexta, e das 8h às 14h aos sábados.

Em 2011, a Pepsi já havia feito recall de 80 mil unidades do mesmo produto devido à presença de detergente na composição da bebida, fabricada em Guarulhos (SP) e distribuída no Rio Grande do Sul. Na época, 32 ocorrências de intoxicação foram notificadas junto à Vigilância Sanitária estadual antes do recolhimento do produto.

Fonte: O GLOBO

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Recall - 76% das campanhas são de veículos automotores

Desde 2011 a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, mantém um banco de dados de todos os recalls realizados no país desde 2002 (consulte aqui). Um levantamento feito pela fundação neste banco apontou que do total de 701 campanhas registradas até o dia 30 de abril de 2014, 76,03% (533 recalls), estão relacionados a problemas com veículos automotores.

Entre as campanhas do período, a Ford lidera a lista com 44 recalls registrados. Chevrolet e Mercedes-bens ocupam respectivamente as próximas posições do ranking, cada uma com 38 registrados. A maioria dos defeitos estão no sistema de freios e no sistema elétrico – 188 dos casos. Outros problemas frequentemente encontrados envolvem falhas no projeto e fabricação, no sistema de combustível, direção, suspensão e amortecedores. Confira aqui a lista completa dos dez modelos, marcas e defeitos com maior número de campanhas de recall.

Entre os 23,97% restantes, constam outros produtos, tais como, alimentos, bebidas, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, de informática, beleza e higiene, que apresentaram defeitos que poderiam trazer riscos a saúde e a segurança do consumidor. Neste ano, entre outros, ocorreram recalls de câmara fotográfica, de gel modelador capilar, de agulhas e de leite UHT. A lista completa pode ser consultada no banco de dados do Procon-SP.

O que é recall e qual sua relação com a logística reversa?

O recall é um chamado que as empresas fazem quando um produto ou serviço apresenta um defeito que coloque em risco a saúde e a segurança do consumidor. O objetivo é corrigir problemas e prevenir acidentes e para isso, são as empresas acionam suas atividades de logística reversa, para coletar, triar, remanufaturar ou recondicionar, ou ainda substituir os produtos com tais problemas.

A medida está prevista no artigo 10 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que estabelece que “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança”.

O CDC determina que o fornecedor que verificar algum defeito após a colocação do produto ou serviço no mercado, deve comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores. Além disso, qualquer pessoa pode comunicar o fornecedor, Procon ou demais autoridades sobre acidentes de consumo. Todos os recalls devem ser amplamente divulgados em mídias de grande circulação. O Procon-SP divulga regularmente qualquer tipo de recall registrado.

Mas nem sempre o consumidor atende ao chamado da empresa. Alguns por falta de informações a respeito da necessidade do recall - segundo a pesquisa, 72% dos consumidores acham que a convocação não é bem divulgada. Outros ignoram o chamado por causa do baixo risco à saúde ou por conta do baixo custo do produto. "A própria população não se ocupa em trocar o produto quando vê que ele não tem um custo significativo", diz o assessor-técnico do Procon-SP Carlos Alberto Nahas.

Ele afirma, porém, que o defeito, muitas vezes, pode afetar pessoas além do dono do produto. "Um veículo com defeito pode provocar acidentes envolvendo terceiros", comenta. O assessor lembra que, no caso de veículos, uma medida que entrou em vigor em março determina que o não atendimento ao chamado das montadoras para recall passará a constar no Registro Nacional de Veículos (Renavam). "Essa determinação não impede a venda do veículo, mas deixa no documento uma notação que pode prejudicar o vendedor em termos econômicos", afirma Nahas.

Com o intuito de conscientizar o consumidor sobre a importância de atender aos os chamados dos fornecedores para o reparo ou troca de produtos, o Ministério da Justiça lançou a campanha "recall: direito seu e dever do fabricante". A campanha foi desenvolvida em conjunto com o Grupo de Estudos Permanentes de Acidentes de Consumo (GEPAC) - grupo do qual o Procon-SP é integrante.


Assista o vídeo da campanha, clique sobre a imagem:



O vídeo foi produzido após acordo entre a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e a Fiat, que após ser multada por deixar de fazer o recall de veículo com defeito, encerrou o processo comprometendo-se a pagar a multa e financiar a produção de um vídeo educativo sobre a importância do procedimento. Confira no blog do Procon-SP.

Fonte: Adaptado por Patricia Guarnieri para o Blog Logística Reversa e Sustentabilidade da Fundação Procon-SP/Assessoria de Imprensa 13/05/2014
Vídeo: Youtube

domingo, 20 de abril de 2014

Parmalat e Líder anunciam recall de 300 mil caixas de leite com formol

Ministério da Justiça afirmou que a LBR, responsável pelas empresas Parmalat e Líder, protocolou o pedido de recall de mais de 300 mil caixas de leite das duas marcas. Segundo o comunicado do ministério, foi detectada presença de formol na bebida.
A LBR afirma que a campanha de recolhimento teve início em 21 de março, com 101.220 unidades do leite UHT integral, de forma não sequencial dos lotes L11D00S1 a L11F23S1, produzidos na cidade de Guaratinguetá (SP) entre os dias 13 e 14 de fevereiro de 2014.
Da marca Líder, são 199.800 caixas do leite UHT integral, também produzidas em 13 e 14 de fevereiro, porém na fábrica de Lobato (PR). Os lotes afetados são A LOB 11, B LOB 9, C LOB 17, D LOB 04, A LOB 12, B LOB 19, C LOB 18 e D LOB 14.
A empresa informa que os produtos foram comercializados nos estados de São Paulo (Parmalat) e Paraná (Líder). Porém, em março, o Ministério Público gaúcho afirmou que o leite havia sido vendido no estado e o Procon de São Paulo notificou a LBR a se pronunciar, dizendo se havia risco para os consumidores.
Em nota, a LBR afirma que os produtos passaram por testes do Ministério da Agricultura, e não foram encontradas anormalidades. A LBR também coloca a disposição o telefone 0800-011-2222 para clientes tirarem dúvidas sobre a devolução e/ou troca dos produtos.
Saiba mais a respeito:

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Logística reversa de pós-venda de pneus: Recall de 1,2 milhão de pneus da Michelin


A fabricante de pneus Michelin anunciou o recall de 1,2 milhão de unidades nos Estados Unidos. De acordo com a marca, existe o risco de rompimento da banda de rodagem, o que pode provocar acidentes. A Michelin informou que, após reclamações de cliente, notou que o problema está em um cinto de resistência no pneu. 
Os pneus envolvidos foram desenhados para o uso em pequenos caminhões, vans, picapes, entre outros utilitários. As unidades foram produzidas em Nova Scotia, no Canadá, entre 2010 e 2012. O modelo envolvido é da linha LTX/M/S, tamanho LT225/75 R16 e 115/112R LRE. Não há informações se o recall afeta o Brasil.


sábado, 13 de julho de 2013

Por problemas no cinto de segurança e fivelas 4 fabricantes italianos de cadeirinhas de bebê para carros, fabricadas entre Jan/2010 a Maio/2013 anunciam recall

CLIQUE NA IMAGEM PARA ASSISTIR O VÍDEO
Quatro fabricantes italianos de cadeirinhas de bebê para carros anunciaram recall. A Secretaria de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça Brasileira também anunciou que quatro empresas apresentaram problema as cadeiras de carro para bebês das marcas:
- Chicco modelos Autofix e Synthesis
- Burigotto modelo Neonato
- Peg Pérego modelos Tri Fix K e Navetta XL
- Galzerano modelo Picolina

De acordo com a Burigotto, a campanha abrange 5.122 produtos colocados no mercado de consumo. Já a Artsana Brasil Ltda (Chicco) informou ao governo que o recall abrange 7.842 unidades.
“Quanto aos riscos à saúde e à segurança, a empresa destacou que o defeito detectado no fecho fornecido pela empresa italiana pode resultar na abertura do cinto de segurança da cadeira/berço em caso de impacto do veículo, o que, segundo o Departamento Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), pode acarretar lesões graves às crianças e a demais ocupantes do veículo”, afirmou a secretaria, em comunicado.

Somente no Brasil, 130.000 cadeirinhas são alvos do recall. A justificativa para a devolução dos produtos é a mesma: há risco de o fecho do cinto de segurança abrir se o carro bater, o cinto impediria o bebê de ser arremessado para fora do veículo em um acidente. Os fabricantes garantem que não foi registrado nenhum acidente e que a medida é preventiva.

O Ministério da Justiça lembra que de acordo com o Código de Defesa do Consumidor Brasileiro, o fornecedor tem que consertar ou trocar o produto com defeito, no entanto as informações sobre o recall ainda são consideradas insuficientes pelo MJ.

A Chicco afirma ter utilizado esse modelo de fivela nos produtos Chicco Auto-Fix e Chicco Synthesis (não comercializado no Brasil), vendidos individualmente ou como componentes dos sistemas para passeio Trio Living, S3, Scoop e Tour 4. A Burigotto informa que os modelos envolvidos são o berço portátil para automóveis Burigotto Berço Neonato, e os modelos Navetta XL berço portátil e a cadeira para auto Trifix K, ambos da Peg-Pérego.

A Chicco destaca, entretanto, que não recebeu até hoje qualquer sinalização de defeito por parte do mercado e que o recall é uma "medida de precaução". A Burigotto também afirma que, "mesmo não havendo qualquer notificação de acidente, a Burigotto e a Peg-Pérego, preventivamente, iniciaram uma campanha nacional de controle e verificação".
A Sabelt também divulgou um comunicado sobre o problema em sua página na internet, informando as marcas que utilizam a fivela.
No caso da Chicco, mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800 2000210, das 8h às 18h, de segunda à sexta-feira, ou pelo site www.chicco.com.br. A Burigotto coloca o telefone 0800 770 2298 à disposição dos clientes, que também podem obter mais informações pelo site www.burigotto.com.br. Detalhes sobre a campanha de chamamento também estão disponíveis no site do Ministério da Justiça (www.mj.gov.br/recall).
Tanto a Chicco quanto a Burigotto publicaram alerta em seus sites no Brasil, com as imagens dos produtos envolvidos no recall e instruções para os consumidores.
O texto de ambas informa que "a Sabelt, empresa líder no setor de segurança infantil e fabricante de cintos e fivelas de segurança, detectou que um modelo específico de fivela poderia apresentar um defeito de produção capaz de comprometer a segurança do artigo".
Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, a campanha de chamamento envolve as unidades comercializadas entre 1º de janeiro de 2010 e 16 de maio de 2013.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Consulta pública visa elaborar regras para recall de alimentos

Crédito da imagem: EBC
Produtos alimentícios inadequados à população deverão ser recolhidos e comunicados dentro do prazo à Agência Nacional de Vigilância. Com a regulamentação, empresas deverão comunicar problemas em seus produtos em prazo determinado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é o que indica a proposta de regulamentar o recall de produtos no País.
A Agência irá realizar uma consulta publica para discutir o assunto e fazer com que os fabricantes sejam obrigados a comunicar no prazo de 24 horas sobre problemas na fabricação de alimentos que podem causar danos à saúde. A proposta prevê como deverá ser feita divulgação de um comunicado à população.
De acordo com o relator da proposta, diretor José Agenor Álvares da Silva, casos como o da bebida da marca Ades, por exemplo, chegaram ao conhecimento da Anvisa pela imprensa. Na reunião da diretoria, ele explicou que não existe regra que obrigue as empresas a comunicar às autoridades de Vigilância Sanitária esse tipo de ocorrência. "Daí a importância de a Anvisa verificar também a forma como as informações são prestadas pela comunidade", destacou.

Recolhimento de produtos

De acordo com a Agência deve haver mecanismos para garantir que o recolhimento do produto seja feito de forma adequada, em um prazo razoável. O texto também prevê punições em caso de desrespeito. Os mecanismos existentes hoje permitem que as multas cheguem a R$ 1,5 milhão.
Segundo Agenor Álvares, a ideia de realizar uma consulta pública vem sendo tratado pela Anvisa desde 2007.

Casos Recentes

Em setembro de 2011, 39 pessoas de 15 municípios do Rio Grande do Sul informaram ter sofrido queimaduras e irritação após o consumo do achocolatado Toddynho, da Pepsico do Brasil. As caixas continham uma substância semelhante à água sanitária. Depois das denúncias, a comercialização da bebida foi suspensa temporariamente. Em julho do ano passado, a empresa fabricante do produto pagou multa de R$ 420 mil.
No fim de fevereiro de 2013, uma falha em uma das 11 linhas da fábrica de Pouso Alegre da Unilever fez com que 96 embalagens de 1,5 litro do suco de maçã Ades fossem envasadas com soda cáustica e água. Quando ingerido, o líquido provoca queimaduras.
Pelo menos 14 pessoas entraram em contato com a fabricante relatando problemas provocados pelo consumo do produto. Para Alvares, a forma como a população foi comunicada sobre a contaminação também deixou a desejar.
No mês de abril de 2013 vários problemas com ovos de páscoa e bombons de diversas marcas também foram relatados e alguns fabricantes anunciaram recalls.
No mês de maio de 2013 diversas marcas de leite também necessitaram realizar o recall de leite e derivados, mas o motivo foi uma fraude dos transportadores de leite, que o adulteravam com uréia com formol, o que pode causar cancer. Dentre as marcas envolvidas estão Mumu, Italac, Latvida, sendo esta última responsabilizada por não efetuar testes adequados no recebimento do leite, o que ocasionou a proibição da colocação de produtos de outros lotes no mercado.

Fonte: Portal Brasil, adaptado por Patricia Guarnieri para o Blog Logística Reversa e Sustentabilidade. 

Recall de 3.384.432 frascos de Tylenol gotas 200 mg/ml

3.384.432 de frascos do medicamento Tylenol gotas de 200 mg/ml precisarão ser recolhidos do mercado. O Ministério da Justiça divulgou uma nota nesta quarta-feira (22/05) informando a medida. O órgão considerou o recall necessário porque, em algumas embalagens do produto com datas de fabricação entre 2011 e 2012, o gotejador tem riscos de se desprender, criando assim o risco de superdosagem.
Segundo a nota, o recall deverá começar na próxima segunda-feira (27) e terá como alvo 3.384.432 frascos. 
Os lotes estão compreendidos entre o PPL055 e o RJL123.
Ainda de acordo com o MJ, a fabricante do produto, Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda, protocolou campanha na Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ) e informou que a superdosagem traz riscos de danos graves ao fígado, náusea, outros sintomas gastrointestinais e elevação das enzimas hepáticas. Os sintomas relatados foram sonolência e enjoos.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ATENÇÃO CONSUMIDORES DE LEITE DOS ESTADOS RS, PR e SP - Recall de leite adulterado com produto cancerigeno

CLIQUE NA IMAGEM PARA ASSISTIR O VÍDEO
Cem milhões de litros de leite podem ter sido misturados com água não tratada e um produto químico cancerígeno para aumentar o lucro de seis empresas de transporte. É o que descobriu uma investigação do Ministério Público no Rio Grande do Sul. O leite adulterado era vendido também no Paraná e em São Paulo. Oito dos nove suspeitos estão presos.
O galpão onde o leite era adulterado fica em Ibirubá, interior do Rio Grande do Sul. No local, caminhões-tanque sem qualquer refrigeração armazenam água e ureia que, segundo a investigação, são misturados com o leite. A ureia é um fertilizante muito usado no campo e contém formol, substância cancerígena condenada pela Organização Mundial da Saúde.
O engenheiro químico Jerônimo Luiz Menezes Friedrch explica porque os suspeitos precisavam adicionar ureia no leite: “O formol, que está dentro da ureia, é usado para maquiar a adição de água, que era colocada dentro do leite. Eles queriam ganhar no volume. Só que o formol é um produto cancerígeno e cumulativo no organismo, então eles estavam usando a ureia, desconhecendo que dentro havia o formol”.
No final de fevereiro, o Ministério da Saúde identificou a presença do formol. Os promotores começaram a investigar e descobriram que os suspeitos compraram mais de 98 toneladas de ureia, o suficiente para adulterar os 100 milhões de litros de leite que os envolvidos vendem no Rio Grande do Sul, no Paraná e em São Paulo em um ano.
“Nós apuramos que alguns empresários do setor de transporte de leite cru, que realizam o transporte do produtor para os postos de resfriamento, estavam lucrando com a adição de 10% de água ao volume trabalhado. Como essa adição de água faz uma diminuição do poder nutricional do leite, estavam adicionando ureia”, relata o promotor Mauro Rockenbach.
O leite era comprado do produtor por intermediadores, que antes de vender para a indústria adulteravam o produto nos chamados postos de resfriamento. Para o promotor, os fraudadores sabiam do risco à saúde da população. “Eles agiam até com um certo deboche. Houve um diálogo captado em determinada ocasião em que um dos empresários fraudadores pedia ao seu motorista que antes de fazer a mistura e levar o leite adulterado, deixasse o leite bom, cru, para ser usado pela sua família. Usando a expressão: ‘deixa para minha guachaiada’”, conta. 
Pela manhã, os promotores cumpriram 13 mandados de busca e nove de prisão em quatro cidades gaúchas. Eles estiveram no depósito visitado pela equipe do Jornal Hoje e descobriram que nem a água adicionada ao leite era tratada e vinha deste poço artesiano.
Após a descoberta da fraude, o Ministério da Agricultura determinou o recolhimento de lotes de quatro marcas nas prateleiras dos supermercados: Latvida, Italac, Líder e Mu-mu. “É possível que alguma coisa ainda esteja no mercado. Tem que se evitar o consumo desses lotes que foram identificados”, alerta o promotor Alcindo Luz Bastos Filho.
A investigação não apontou o envolvimento das indústrias na fraude, mas Mauro Rockenbach criticou a análise do produto nas fábricas: “Eles falharam no controle de qualidade, uma vez que recebem leite com ureia e formol e não detectam antes da linha de industrialização. Falharam no controle de qualidade”.
A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul afirma que a indústria Latvida não pode mais produzir leite, derivados e doces, pois havia formol em algumas amostras coletadas. A empresa alega que os problemas aconteceram durante o transporte e se referem a apenas um lote.

A empresa que fabrica a marca Mu-Mu afirma que atende os requisitos exigidos pelo Ministério da Agricultura e está à disposição da investigação e dos consumidores para esclarecer dúvidas. A equipe do Jornal Hoje tentou falar com os fabricantes das marcas Italac e Líder, mas ainda não conseguiu resposta.

Confira a lista dos lotes de leite retirados do mercado pelo Ministério da Agricultura:

Fábrica BOM GOSTO – TAPEJARA/RS – SIF 4182

Leite UHT integral
- Marca Líder
Lote: TAP 1 MB

Fábrica GOIASMINAS – PASSO FUNDO/RS – SIF 1369

Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 05 KM3

Leite UHT semidesnatado
- Marca Italac
Lote: L 12 KM1

Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 13 KM3

Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 18 KM3

Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 22 KM4

Leite UHT integral
- Marca Italac
Lote: L 23 KM1

Fábrica VONPAR – VIAMÃO/RS – SIF 1792

Leite UHT integral
Marca Mumu

Fonte: Jornal Hoje

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Toyota faz recall de mais de 28 mil veículos por problemas no airbag

A Toyota do Brasil faz recall dos veículos Corolla XEi e SEG, fabricados entre 31 de maio de 2002 e 06 de agosto de 2003. Ao todo serão mais de vinte e oito mil consumidores convocados. 

A empresa vai verificar e, caso necessário, trocar a bolsa do airbag dianteiro dos veículos Toyota, modelos Corolla XEi e SEG.

O recall abrange 28.964 veículos, com numeração de chassi, não seqüencial, compreendida entre os intervalos 9BR538500004 a 9BR538530349. A empresa protocolou campanha de chamamento nesta quinta-feira (11/4) na Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ)

A empresa informou que as peças podem colocar em risco à saúde e à segurança dos usuários. "Em caso de colisão frontal do veículo (...) há possibilidade de danos materiais e de lesão física ao ocupante do banco dianteiro do passageiro”.


O Código de Defesa do Consumidor determina que é dever do fornecedor fazer o reparo ou a troca do produto ou serviço defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

Onda de recalls em 2013 - Em 3 meses já totalizam 27 na indústria automotiva

As montadoras de carros seguem a onda de recalls em 2013. O maior do ano até aqui foi anunciado ontem: as japonesas Toyota, Nissan, Honda e Mazda deverão convocar cerca de 3,4 milhões de veículos em vários países, incluindo o Brasil, por conta de um defeito detectado nos airbags. Na última terça-feira, a Renault havia informado sobre problema no porta-malas das peruas Mégane Grand Tour. Desde janeiro, BMW, Mitsubishi e Mercedes-Benz também divulgaram falhas em unidades.

Com os anúncios de ontem, o total de recalls em 2013 chegou a 27, número considerado bastante elevado para pouco mais de três meses. Em todo o ano passado, o governo brasileiro contabilizou 65 chamamentos. Nos últimos 10 anos, as montadoras responderam por 65% dos recalls no país, representando 337 dos 515 chamados feitos entre 2003 e 2012. Em seguida, nesse ranking, aparecem motocicletas (69) e produtos em geral (55).

O Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor, notificou ontem as marcas japonesas, exigindo comunicado imediato sobre o recall global. O chamado das montadoras envolve alguns dos modelos mais vendidos pelo mundo, como Camry e Corolla (Toyota), Maxima (Nissan), e Civic (Honda). O sistema de airbag defeituoso atinge carros fabricados a partir de 2000 — ainda não se sabe quantos desses estão no Brasil.

A falha detectada pode impedir a ativação correta do airbag em caso de acidentes, devido a um problema no propelente que aciona o dispositivo no banco dianteiro do lado do passageiro. Como resultado, antecipou o Ministério dos Transportes japonês, há risco de princípio de incêndio em 2,92 milhões de veículos. As empresas atualizaram esse número e asseguraram não haver relatos de ferimentos ou mortes causadas pelo defeito em questão.

Todos esses airbags, segundo o ministério nipônico, foram fabricados no México pela mesma empresa: a japonesa Takata, considerada a segunda maior fornecedora mundial do componente, e também de cintos de segurança. A divulgação do recall fez as ações da companhia despencarem quase 10% na Bolsa de Valores de Tóquio. Fundada em 1933, a Takata dispõe de 54 fábricas em 20 países espalhados por Ásia, Europa e Américas.

Orientação

No comunicado da Toyota, consta a orientação para que os consumidores envolvidos no recall não transportem passageiros no banco da frente do passageiro. O chamado foi para 28,9 mil Corollas, modelos XEi e SEG, com data de fabricação entre 31 de maio de 2002 e 6 de agosto de 2003. Em duas semanas, os clientes terão de ir a concessionária para que o carro passe por uma inspeção. Caso o defeito seja constatado, a troca do dispositivo se dará em até dois meses.

Em nota, a Honda limitou-se a informar que, "sobre o recall dos modelos Civic 2001, 2002 e 2003, e CR-V 2002, está avaliando a situação no Brasil e se pronunciará tão logo os levantamentos sejam finalizados". A Nissan, que recolherá 480 mil veículos globalmente, aguarda retorno da matriz para fornecer detalhes nacionais. A Mazda, sem operações no Brasil, mas com veículos importados circulando pelo país, convocará 45,5 mil unidades no mundo.

Segurança

O Código de Defesa do Consumidor (CDC), conforme o Ministério da Justiça reforçou ontem em nota, diz que o fornecedor não pode colocar no mercado de consumo um produto ou um serviço que apresente alto grau de risco à saúde ou segurança das pessoas. Caso o fornecedor venha a ter conhecimento da existência de defeito após a inserção desses produtos ou serviços no mercado, é obrigação comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores.

Por: Diego Amorin/Fonte: Correio Braziliense

Mais rigor nos Recalls na China 

O governo chinês resolveu agir e criou novas regras para inibir a ação de montadoras e importadoras que negociarem carros sabendo que os mesmos apresentam defeitos.

A medida, que passou a vigorar no início deste ano, prevê multas que variam entre 1% e 10% da receita de vendas destes veículos para os fabricantes que ocultarem os problemas e não descontinuarem a comercialização do produto em questão. 

Caso não apresentem relatórios de recall as empresas envolvidas poderão ser multadas em até US$ 32.036 ou mesmo terem suas licenças de produção revogadas, caso a situação seja considerada grave pelo governo local.

Além disso, as empresas que não comunicarem aos consumidores sobre a necessidade de recall ou não anunciarem a convocação para a correção dos problemas serão penalizadas com multas que vão de US$ 80 mil a US$ 160 mil.

Entre 2004 e 2011 nada menos que 6,2 milhões de unidades foram convocadas para recall no país.

(Por Michelle Sá / Fonte: Autoblog)

domingo, 31 de março de 2013

Análise do recall do ADES

Fiscais vistoriam produtos advertidos pela Anvisa
(Foto: Divulgação/Ascom Semus)
Consumo frequentemente o produto ADES e percebi, visitando vários supermercados no DF e também em SC que, apesar do problema da Unilever ser específico a uma unidade fabril (Pouso Alegre/MG),a um sabor específico (maçã), nas embalagens de 1,5 kg, do lote AGB25, as quais foram revendidas aos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná;  todas as outras embalagens de ADES foram retiradas do mercado e em estados nos quais este lote não foi comercializado. 
Os produtos provenientes do lote AGB25, especificado pela resolução da Anvisa,  foram retirados do mercado e devolvidos à fábrica para a destinação correta, enquanto que os outros produtos de outros lotes, sabores e provenientes de outras unidades da Unilever foram segregados em locais seguros, aguardando a decisão da Anvisa de liberar a comercialização.  Para operacionalizar toda a retirada do produto do mercado foram necessárias atividades da logística reversa. 
A ação  de logística reversa da Unilever, foi motivada em cumprimento à Resolução RE nº 1005, de 15 de março de 2013, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinou a suspensão de fabricação, distribuição, comercialização e consumo de todos os alimentos de soja da marca Ades, produzida na linha de produção TBA3G, da fábrica Unilever Brasil, em Pouso Alegre (MG). Na ocasião, a Unilever informou que houve uma falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza da máquina e admitiu que houve falha "operacional, técnica e humana".
A Anvisa destacou equipes de fiscais para a vistoria em mercados e supermercados, de forma a retirá-los do mercado e segregá-los em local seguro. A medida é válida até que seja apurado laudo dos lotes inicialmente suspensos e a Agência anuncie as medidas que deverão ser tomadas em relação ao material recolhido.

Percebo que este recall foi completamente diferente do "Recall do Toddynho", da marca PEPSICO, o qual ocorreu em 06/10/2011 (leia mais sobre este recall, clique aqui), cujo motivo para a retirada do mercado foi exatamente o mesmo. Recordo-me claramente que, após o anúncio do recall, eu visitei vários supermercados e o produto continuava sendo comercializado, muitos consumidores sequer sabiam do ocorrido, apesar de a maioria dos atingidos serem crianças.
Percebe-se que a empresa Unilever teve a preocupação de retirar seus produtos do mercado para não danificar sua imagem, mas também percebe-se que a Anvisa apresentou neste caso, uma atitude mais rigorosa, solicitando a retirada de todos os produtos do mercado. Além disso, sem dúvida houve maior divulgação do recall na mídia. Isso é extremamente importante, considerando que é um produto alimentício e que causa danos à saúde dos consumidores. 
Cabe ainda ressaltar que o Brasil é um dos países que mais apresenta recalls, conforme informações do Procon/SP, tais recalls são de diversas naturezas: veículos, peças automotivas, brinquedos, medicamentos, alimentos, produtos de higiene pessoal, preservativos, dentre outros. 
Mas será que todos estes recalls são adequadamente divulgados? 
O Procon/SP divulgou também em 2012 que apenas 15% dos consumidores procuram as empresas para devolver ou reparar os produtos após anunciados os recalls?
Quais seriam os motivos deste índice tão baixo? Falta de divulgação adequada? Falta de conscientização e preocupação do consumidor? A falta de associação negativa do recall com a marca? 
Creio que nós, consumidores, deveríamos ter uma atitude mais proativa frente às empresas, temos que reclamar nossos direitos, exigir reparação dos danos, ficar atentos para empresas que realizam recalls frequentemente. Desta forma, podemos cobrar posturas mais responsáveis das empresas perante o mercado consumidor e, a depender da atitude da empresa, após o anúncio do recall, devemos sim repensar a possibilidade de continuarmos consumindo desta marca.
Em entrevista, o vice-presidente da Unilever Brasil, Newmam Debs, disse nesta quarta-feira (27/03) que o ferimento provocado pelas unidades de suco Ades que continham soda cáustica são como uma “afta forte” e que a boca dos consumidores afetados vão se “autocurar”. A Unilever é responsável pela fabricação dos sucos. De acordo com Debs, os consumidores feridos com a bebida “estão bem”.Ele participou nesta manhã de uma audiência na Comissão de Defesa do Consumidor na Câmara dos Deputados para prestar eslarecimentos sobre providências tomadas pela Unilever no caso.
“A sensação de ingerir esse produto é como se fosse uma afta forte, uma ardência. A boca se autocura, um processo de regeneração da mucosa. Em nenhum caso houve internação, as pessoas estão bem”, declarou o vice-presidente da empresa.
A Unilever, conforme o empresário, ofereceu “todo apoio em termos de assistência médica” aos consumidores afetados. Das 14 pessoas que procuraram a empresa, 12 aceitaram consulta com médicos oferecidos pela empresa, e outras duas preferiram ir aos seus próprios médicos, segundo Debs.
“Àqueles que ingeriram o produto, oferecemos atendimento médico. A grande maioria aceitou o atendimento, mas mantemos as nossas linhas abertas para falar com todos. Há sim uma vontade da empresa de falar com todo mundo e restabelecer a credibilidade que todos sempre tiveram com essa marca”, afirmou Newmam Debs.
O vice-presidente listou uma série de medidas adotadas pela empresa após o incidente. Todos os operadores das linhas de produção, segundo o empresário, foram treinados novamente. Além disso, houve revisão do software da máquina que apresentou defeito e o plano amostral das linhas foi ampliado, aumentando, segundo Debs, a segurança do produto antes de ser liberado para consumo.
De acordo com Newmam Debs, a empresa se empenhou em dar “o máximo de conhecimento possível aos consumidores para evitar que as pessoas consumissem desavisadamente aquele produto que estava impróprio”. 
“A Unilever adotou a postura de cuidado dos consumidores, transparência e colaboração de todas as autoridades”, disse o empresário durante audiência.


Fonte: Adaptado de Portal G1 por Patricia Guarnieri para o Blog Logística Reversa e  Sustentabilidade.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Unilever anuncia recall do suco AdeS Maçã devido a risco de queimadura

Cerca de cem caixas do produto de 1,5 litro do lote AGB 25 estão impróprios para consumo, segundo a fabricante

A Unilever Brasil vai publicar nesta quinta-feira um comunicado informando que o conteúdo de 96 caixas do suco AdeS Maçã 1,5 litro, do lote AGB 25, está impróprio para consumo. A empresa detectou falha no processo de higienização, que resultou no envase de embalagens com solução de limpeza. O consumo do produto nestas condições pode causar queimadura. Os produtos deste lote, fabricado em 23 de fevereiro e com validade até 22 de dezembro deste ano, foram distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

Segundo a empresa, a falha identificada já foi solucionada. Os produtos existentes na fábrica foram retidos e os que ainda estão nos pontos de venda estão sendo recolhidos. A fabricante solicita que os consumidores não utilizem o produto, caso já o tenham comprado. E que entrem imediatamente em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) pelo número 0800 707 0044, das 8h às 20h, pelo sac@ades.com.br.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Comissão aprova exigência de logística reversa para veículos

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou proposta que inclui os veículos automotivos e seus componentes entre os produtos sujeitos à logística reversa (obrigação do fabricante de recolher o produto descartado para reaproveitamento ou outra destinação final ambientalmente adequada).

A medida altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) e está prevista no Projeto de Lei 1862/11, do deputado Décio Lima (PT-SC).

“Aplicando-se a logística reversa aos veículos automotores, a indústria automobilística terá de responder pela destinação final da sucata de seus produtos”, diz o deputado.

O relator na comissão, deputado Giovani Cherini (PDT-RS), decidiu aproveitar o projeto de Lima, que tramita apensado ao Projeto de Lei 8005/10, do Senado, por considerá-lo mais atualizado. O PL 8005/10 responsabiliza as empresas que fabricam, importam e comercializam vidros automotivos pela coleta e destinação final do produto inutilizado.

Segundo Cherini, a proposição principal foi elaborada e aprovada no Senado antes da sanção da Política Nacional de Resíduos Sólidos e, por isso, não leva em consideração a nova abordagem na gestão dos resíduos sólidos.

“Os meios legais para dar tratamento ecologicamente sustentável aos resíduos, inclusive o vidro, já estão definidos e regulamentados em nosso ordenamento jurídico”, destacou Cherini, que também considerou prejudicadas as demais proposições apensadas (PLs 2170/11 e 2696/11).

Cronograma

A comissão aprovou emenda do relator que prevê a implementação progressiva da logística reversa dos veículos, conforme cronograma estabelecido em regulamento. “A introdução da logística reversa marcou um grande avanço, sobretudo ao reconhecer que o descarte do produto pelo consumidor não é o ato final do processo”, sustentou o relator.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos já estabelece que devem ser retornados ao fabricante, após o seu uso pelo consumidor: agrotóxicos (resíduos e embalagens); pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes (resíduos e embalagens); lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e os produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Tramitação 
O projeto foi aprovado em outubro passado na Comissão de Meio Ambiente. O texto tramita com prioridade e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Pierre Triboli

domingo, 13 de janeiro de 2013

Problemas nas rodas de aço aro 14” da versão 1.0 obriga GM a fazer recall do recém-lançado Onix

A General Motors do Brasil convocou, no último sábado (5), um recall do Chevrolet Onix 1.0 2013, com rodas de aço aro 14” (que são de série), para unidades fabricadas entre 24 de agosto a 15 de dezembro de 2012, com números de chassis de DG129064 a DG209603.
Segundo a Fundação Procon-SP, a montadora informou ter constatado a existência de aresta cortante na roda, que pode causar cortes internos no pneu durante o seu processo de montagem. Em consequência, ocorre o esvaziamento instantâneo do pneu, com risco de acidente.
Os donos dos veículos envolvidos podem comparecer a uma concessionária da marca a partir desta sexta-feira (11), para substituição das rodas e inspeção e eventual substituição dos pneus.
Para mais informações, a GM disponibiliza o telefone 0800 702 4200 . O Procon orienta que não há prazo limite para atendimento à campanha. Se o consumidor tiver qualquer dificuldade para efetuar o reparo/substituição, deve procurar um órgão de defesa do consumidor do seu estado.

Fonte: Portal G1

sábado, 12 de janeiro de 2013

VW é obrigada a realizar recall de Mais de 400 mil unidades de veículos pelo MP do RS - Recall envolve os modelos Fox, Novo Gol e Voyage 1.0 2009/2010

Foto: Divulgação VW
SÃO PAULO - A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que a montadora Volkswagen comunique aos proprietários dos veículos Fox, Voyage e Novo Gol, ano 2009/2010, sobre a necessidade de verificar a ocorrência de desgaste prematuro dos motores dos automóveis. Em caso positivo, as peças deverão ser substituídas pela fábrica. 
A decisão refere-se aos veículos Fox 1.0 (intervalo de chassis: 94000017 até 94165002, Novo Gol 1.0 (chassis 9P000001 até AP 077821) e Voyage 1.0 (chassis 9T000001 até AT157948), ano 2009/2010.
O Ministério Público gaúcho informou em seu site que mais de 400 mil veículos poderão ter seus motores trocados.
Foi fixada multa diária de R$ 10 mil, caso o aviso não seja publicado nos jornais de grande circulação do País; e de R$ 20 mil, até o limite de R$ 2 milhões, caso a empresa não realize a substituição das peças.
A ação segue tramitando na 15ª Vara Cível de Porto Alegre, até decisão final (de mérito). Procurada pela reportagem, a empresa não foi localizada para comentar a decisão.
A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo Ministério Público no dia 3 de janeiro. Conforme apurado pelo MP, foi detectado que os veículos foram produzidos com um motor que, conforme admitido pela própria montadora, pode apresentar ruídos.
De acordo com a versão da Volkswagen, o problema teria sido causado pelo tipo de óleo utilizado no enchimento dos motores.
Em razão do problema, noticiou o Ministério Público, a necessidade de manutenção tornou-se mais frequente, gerando custos adicionais aos consumidores pela maior frequência da troca de óleo.
O MP ainda requer, ao final do processo, a indenização individual dos compradores, pelos danos materiais e morais decorrentes da colocação em mercado de um produto com vício de qualidade.

Fonte: O Estadão
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