"A logística reversa é processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no ambiente empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. " (Patricia Guarnieri)



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quarta-feira, 14 de março de 2012

Resíduos hospitalares (lixo hospitalar) - Conheça um pouco mais sobre este típo de resíduos

Os Resíduos Sólidos Hospitalares ou como é mais comumente denominado "lixo hospitalar ou resíduo séptico", sempre constituiu-se um problema bastante sério para os administradores hospitalares, devido principalmente a falta de informações a seu respeito, gerando mitos e fantasias entre funcionários, pacientes, familiares e principalmente a comunidade vizinha as edificações hospitalares e aos aterros sanitários. A atividade hospitalar é por si só uma fantástica geradora de resíduos, inerente a diversidade de atividades que desenvolvem-se dentro destas empresas. 
O desconhecimento e a falta de informações sobre o assunto faz com que, em muitos casos, os resíduos, ou sejam ignorados, ou recebam um tratamento com excesso de cuidado, onerando ainda mais os já combalidos recursos das instituições hospitalares. Não raro lhe são atribuídas a culpa por casos de infecção hospitalar e outros tantos males. 
Contaminação
O maior problema é o chamado “lixo infectante - classe A”, que representa um grande risco de contaminação, além de poluir o meio ambiente. A maior parte dos estabelecimentos não faz a separação deste material, que acaba indo para os aterros junto com o lixo normal ou para a fossa. 
Outro problema é o chamado “lixo perigoso - clase B”, cuja destinação final, atualmente, fica sob responsabilidade dos hospitais. 
O material recolhido nos hospitais, acondicionado segundo normas que variam em função do grau de periculosidade dos produtos, geralmente é levado a um aterro próprio. 
Já o "lixo classe C" dos hospitais – também devidamente separado - fica sujeito ao mesmo sistema de recolhimento do restante da cidade, indo parte para reciclagem e parte para a coleta normal, que inclui apenas o material orgânico destinado ao aterro sanitário. 
Separação do Lixo
O treinamento para a separação desse tipo de resíduo é uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e oferecerá subsídios para que os hospitais e clínicas elaborem planos de gerenciamento de resíduos do serviço de saúde. O objetivo é adequar a estrutura das unidades para o tratamento correto dos resíduos. 
Segundo as normas sanitárias, o lixo hospitalar deve ser rigorosamente seperado e cada classe deve ter um tipo de coleta e destinação. De acordo com as normas, devem ser separadas conforme um sistema de classificação que inclui os resíduos infectantes - lixo classe A, como restos de material de laboratório, seringas, agulhas, hemoderivados, entre outros, perigosos - classe B, que são os produtos quimioterápicos, radioativos e medicamentos com validade vencida - e o lixo classe C, o mesmo produzido nas residências, que pode ser subdividido em material orgânico e reciclável. 
O treinamento visa adequar os estabelecimentos às novas normas de tratamento do lixo hospitalar, estabelecidas na Lei Federal nº 237, de dezembro do ano passado. Os hospitais têm prazo para apresentar um plano de gerenciamento dos resíduos e, com isso, obter um licenciamento ambiental e adaptar-se às exigências legais. Caso não consigam o licenciamento, ficam sujeitos à aplicação de multas diárias de R$ 140,00 pelo sistema de vigilância sanitária. 
Lixos Infectantes
Resíduos do grupo A (apresentam risco devido à presença de agentes biológicos): 
- Sangue hemoderivados 
- Excreções, secreções e líquidos orgânicos 
- Meios de cultura 
- Tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas 
- Filtros de gases aspirados de áreas contaminadas 
- Resíduos advindos de área de isolamento 
- Resíduos alimentares de área de isolamento 
- Resíduos de laboratório de análises clínicas 
- Resíduos de unidade de atendimento ambiental 
- Resíduos de sanitário de unidades de internação 
- Objetos perfurocortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. Os estabelecimentos deverão ter um responsável técnico, devidamente registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de seus resíduos. 
Processos de Destino
- Incineração:a incineração do lixo hospitalar é um típico exemplo de excesso de cuidados, trata-se da queima o lixo infectante transformando-o em cinzas, uma atitude politicamente incorreta devido aos subprodutos lançados na atmosfera como dioxinas e metais pesados. 
- Auto-Clave: esteriliza o lixo infectante, mas por ser muito caro não é muito utilizado. Como alternativa, o lixo infectante pode ser colocado em valas assépticas, mas o espaço para todo o lixo produzido ainda é um problema em muitas cidades. 
A maioria dos hospitais tomam pouco ou quase nenhuma providência com relação às toneladas de resíduos gerados diariamente nas mais diversas atividades desenvolvidas dentro de um hospital. Muitos limitam-se ou a encaminhar a totalidade de seu lixo para sistemas de coleta especial dos Departamentos de Limpeza Municipais, quando estes existem, ou lançam diretamente em lixões ou simplesmente queimam os resíduos. 
Torna-se importante destacar os muitos casos de acidentes com funcionários, envolvendo perfurações com agulhas, lâminas de bisturi e outros materiais denominados perfuro-cortantes. O desconhecimento faz com que o chamado "lixo hospitalar", cresça e amedronte os colaboradores e clientes das instituições de saúde. 
Lixos Não-Infectantes
- Especiais
Radioativos: compostos por materiais diversos, expostos à radiação; resíduos farmacêuticos, como medicamentos vencidos e contaminados; e resíduos químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio). 
- Comuns
Lixo administrativo, limpeza de jardins e pátios, resto de preparo de alimentos, estes não poderão ser encaminhados para alimentação de animais. 
Algumas Soluções
Os constantes problemas, o desconhecimento, o medo, mas principalmente o desejo de que o assunto fosse tratado de uma forma técnica, profissional, levou-se a desenvolver um projeto que resolvesse definitivamente o problema. 
Objetivos do projeto:
- Elevar a qualidade da atenção dispensada ao assunto "resíduos sólidos dos serviços de saúde"; 
- Permitir o conhecimento das fontes geradoras dos resíduos. A atividade hospitalar gera uma grande variedade de tipos de resíduos distribuídos em dezenas de setores com atividades diversas; 
- Estimular a decisão por métodos de coleta, embalagem, transporte e destino adequados; 
- Reduzir ou se possível eliminar os riscos a saúde dos funcionários, clientes e comunidade; 
- Eliminar o manuseio para fins de seleção dos resíduos, fora da fonte geradora; 
- Permitir o reprocessamento de resíduos cujas matérias primas possam ser reutilizadas sem riscos à saúde de pacientes e funcionários; 
- Reduzir o volume de resíduos para incineração e coleta especial; 
- Colaborar para reduzir a poluição ambiental, gerando , incinerando e encaminhando aos órgão públicos a menor quantidade possível de resíduos. 
-Resíduos sólidos do grupo A deverão ser acondicionados em sacos plásticos grossos, brancos leitosos e resistentes com simbologia de substância infectante. Devem ser esterilizados ou incinerados. 
-Os restos alimentares in natura não poderão ser encaminhados para a alimentação de animais. 
Classes dos Resíduos 
Classe 1 - Resíduos Perigosos: são aqueles que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente, exigindo tratamento e disposição especiais em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. 
Classe 2 - Resíduos Não-inertes: são os resíduos que não apresentam periculosidade, porém não são inertes; podem ter propriedades tais como: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. São basicamente os resíduos com as características do lixo doméstico. 
Classe 3 - Resíduos Inertes: são aqueles que, ao serem submetidos aos testes de solubilização (NBR-10.007 da ABNT), não têm nenhum de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Isto significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muitos destes resíduos são recicláveis. Estes resíduos não se degradam ou não se decompõem quando dispostos no solo (se degradam muito lentamente). Estão nesta classificação, por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações. 

Disponível em: Setor Reciclagem 

Fonte original: Ambiente Brasil 

Vídeo apresenta maneiras adequadas de descartar o lixo reciclável - Nblogs

NBlogs da Record News discute maneiras adequadas de descartar o lixo reciclável como pilhas e baterias, eletroeletrônicos, óleo de cozinha usado, lâmpadas, entre outros resíduos. Confira o vídeo e descubra alternativas para descartar os resíduos recicláveis corretamente, além de conhecer as várias formas de reutilizar estes resíduos e as consequências do descarte em locais indevidos. 

Clique sobre o vídeo para assistir


No programa são entrevistadas a gestora da Suzaquim, principal empresa de reciclagem de pilhas e baterias e também a responsável pela ABRE - Associação Brasileira  de Redistribuição de Excedentes.
A ABRE recebe doações de excedentes, ou seja, aqueles bens que já perderam sua utilidadade para o primeiro consumidor, mas ainda podem ter sua vida útil estendida. 
Os excedentes são todos os materiais que não tem mais utilidade para a empresa ou pessoa física e que pode ser disponibilizado para doação. A ABRE encaminha desde roupas usadas, móveis, livros, utilidades domésticas, brinquedos e material escolar usado, até materiais resultantes de eventos como materiais cenográficos, camisetas com a data do evento, calendários, bonés e canetas, cordões de credenciais etc. Para cada item proposto, a ABRE avalia as condições de uso ou de reaproveitamento e encaminha em quantidade proporcional ao número de pessoas atendidas por cada uma das instituições a serem beneficiadas. (ABRE)
A doação é um dos canais reversos que podem ser utilizados para o descarte correto dos resíduos. Pense nisso!

Fonte: Record News

terça-feira, 13 de março de 2012

Sustentabilidade é tema de concurso de vídeo na TV Escola - Envie seu vídeo!

Qual é o seu papel na criação de um mundo sustentável? : com essa pergunta, a TV Escola lança um desafio a estudantes do ensino básico de todo o Brasil no Concurso Ecovídeo das Escolas. Os vencedores ganharão uma viagem ao Rio de Janeiro para filmar um especial na TV Escola.
Os vídeos devem ser inspirados na realidade das comunidades locais e os participantes devem buscar identificar os problemas socioambientais da região, e, no contexto da Rio +20, propor melhorias e soluções sustentáveis.
Podem participar grupos de até quatro integrantes, sendo um, obrigatoriamente, o professor-responsável. Trabalhos de ONG junto a uma escola, ou mesmo da comunidade junto à escola também podem concorrer. As produções devem ter até dois minutos de duração e ser enviadas até o dia 30 de março.
O concurso premiará o vídeo mais acessado na página da TV Escola (www.semanadomeioambiente.blogspot.com), onde todos os concorrentes serão divulgados. Os produtores do vídeo mais acessado receberão uma visita da equipe da TV Escola para uma reportagem especial. Já os realizadores do vídeo escolhido pelo júri especializado ganharão uma viagem ao Rio de Janeiro para a gravação de um programa especial na TV Escola.
A 4ª Semana do Meio Ambiente da TV Escola irá ao ar de 4 a 8 de junho e terá como foco a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável - Rio + 20. Acesse o link para conhecer o regulamento do concurso:

Acesse o site e verifique o regulamento do concurso CLIQUE AQUI 

Fonte: ASCOM/MMA

Comitê Orientador da Logística Reversa vai definir a regulamentação para a logística reversa dos resíduos constantes na PNRS

Nos próximos quatro meses, o Comitê Orientador da Logística Reversa, vai definir a regulamentação das regras para devolução de lixo como pilhas, lâmpadas, eletrônicos e embalagens de agrotóxicos. O comitê, que faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), também vai deliberar sobre a forma de realização de consulta pública relativa à proposta de implementação desse sistema.
O Comitê Orientador é composto pelos ministérios do Meio Ambiente ; da Saúde ; doDesenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) , da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ; e da Fazenda .
A ministra do Meio Ambiente e presidente do comitê, Izabella Teixeira, afirmou que a solução para a questão dos resíduos sólidos não depende só do setor produtivo, mas envolve o governo e a sociedade e pressupõe mudança de comportamento. Segundo ela, a lei determina que as empresas são responsáveis pelos resíduos que gera.
De acordo com a regulamentação da PNRS, a logística reversa tem por objetivo a implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. A lei estabelece a obrigatoriedade de estruturação e implementação de sistema para as cadeias produtivas de agrotóxicos (seus resíduos e embalagem), pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes (seus resíduos e embalagens), lâmpadas fluorescentes (de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista), e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.
Os sistemas de logística reversa serão implementados por meio de acordos setoriais, regulamentos expedidos pelo Poder Público ou termos de compromisso. O Comitê Orientador será assessorado por um grupo técnico.

segunda-feira, 12 de março de 2012

CONAR decide que APAS deve suspender a campanha publicitária contra as sacolas plásticas - Saiba o motivo!

O CONAR decidiu que a APAS deve suspender imediatamente sua campanha publicitária contra as sacolas plásticas.
A representação foi feita pela Plastivida que se baseou no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária que trata de "Apelos de Sustentabilidade" na publicidade no Brasil. Segundo Jorge Kaimoti, advogado da Plastivida, “os princípios éticos exigidos no Anexo U não foram respeitados pela campanha, intitulada Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”.
De acordo com informações em matéria publicada pela Revista Sustentabilidade, a decisão proferida no dia 1º de março pelo conselheiro relator do Conar, Arthur Amorim, concluiu que os supermercados poderiam, se quiserem, suspender a distribuição de sacolas, mas não podem fazer campanha publicitária dizendo que o único motivo é a proteção ao meio ambiente.
“O que não é direito deles [dos supermercados] é vir enganar outra vez o consumidor contando uma história bonita de proteção ao meio ambiente.” concluiu o relator.
O que parece ter incomodado mais o relator foi o fato de que, nas 14 páginas de defesa da APAS, em nenhum momento foi abordada a questão do movimento de distribuição de sacolas plásticas gratuitas para a venda de sacolas reutilizáveis e a acomodação dos custos que normalmente eram repassados ao consumidor no primeiro caso (cerca de 2 centavos por sacolinha). Portanto, concluiu o Conar, deve-se suspender a campanha por não contar a história completa.
No entanto, cabe ressaltar que no relatório Amorim destaca a briga de peixe grande que está se travando em torno das sacolinhas na qual cada lado defende interesses que envolve bilhões de reais. Para o relator, não há estudos técnicos conclusivos apresentados por nenhum dos lados.
Ele também reconhece que a proteção ao meio ambiente não é a causa principal de nenhum dos lados.
“O meio ambiente é outro coitado, vilipendiado há séculos, e agora ainda por cima servindo para encobrir ações de capitalismo selvagem e oportunista”.
Amorim concluiu: “Tanto produtores de sacolas plásticas quanto supermercados arranjam complicadas explicações técnicas, feitas por profissionais muitos preocupados com o meio ambiente. O problema é que estas explicações frequentemente são contraditórias”.
Dá para ver que esta disputa,  vai além do simples debate de usar ou não sacolas. É um debate simbólico, de um lado, para proteger a reputação do plástico e adiar uma necessária e demandada regulamentação apropriada de seu uso, e, do outro, que visa manter o consumismo e o fomento ao consumismo como fator principal dos lucros enormes das redes supermercadistas.
Ainda conforme matéria da Revista Sustentabilidade, o público, como bem pontuou o relator, ficou refém destes dois lados. Além de pesquisas de opinião, eles não tiveram participação e podem apenas escolher como consumidor e não como cidadãos.
Conforme informações publicadas na Folha de S. Paulo, a Plastivida moveu a ação com o intuito de mostrar que o conteúdo da campanha contraria os oito itens da ética publicitária no que se refere à sustentabilidade.  Outro pronto questionado pela Plastivida no processo se refere ao fato de que, em momento algum da campanha, a APAS informou ao cidadão que o custo das sacolas já é embutido no preço dos produtos e que, apesar de deixar de distribuí-las, estas continuam a ser cobradas indiretamente, caracterizando claro prejuízo econômico ao consumidor, sem qualquer vantagem ambiental.
Para se inteirar sobre os ambos os lados da disputa e ler a decisão na íntegra leia as matérias abaixo.





Fonte: Folha de São Paulo 09/03/2012 e Revista Sustentabilidade 12/03/2012

Agenda de Cursos e Workshops gratuitos para 2012 - Consultoria Keyassociados

Segue uma dica de cursos e workshops gratuitos.
Além dos serviços prestados, a Keyassociados também oferece cursos e workshops para somar qualidade à sua empresa, conferindo capacitação e comprometimento para conduzir seus projetos. A Keyassociados acredita que o treinamento deve ser um meio para o alcance de melhorias efetivas e não um fim em si mesmo.
Confira abaixo a agenda de cursos e workshops gratuitos para 2012, após a agenda existe um link para inscrição.

DataHorárioTemaUnidadeComplemento
16/039h às 11hMelhores práticas de Segurança da Informação e Gestão de Serviços de TI – Visão Prática da ISO27001 e ISO20000QUALIsaiba mais
20/039h às 11hSustentabilidade no mundo corporativo: O caso do Índice de Sustentabilidade da bolsa de Nova York (DJSI)SUSsaiba mais
29/039h às 11hAnálise de aspectos e impactos: ferramenta para a gestão ambientalSMSsaiba mais
03/049h às 11hSustentabilidade e gestão hídrica no contexto do CDP WaterSUSsaiba mais
12/049h às 11hInovação Sistemática com a Metodologia I-TRIZQUALIsaiba mais
16 e 17/048h30 às 17h30Interpretação da Norma NBR ISO 27001 – Sistema de Gestão de Segurança da Informação – Documentação, Implementação e CertificaçãoQUALIsaiba mais
26/049h às 11hSustentabilidade: soluções ambientais para sua empresaSMSsaiba mais
10/059h às 11hPrograma de Acreditação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde (Resolução Normativa ANS 277)QUALIsaiba mais
17 e 18/058h30 às 17h30Interpretação e Formação de Auditores Internos ISO 9001:2008QUALIsaiba mais
24/059h às 11hSegurança Comportamental – BBS (Behavour based safety)SMSsaiba mais
14/069h às 11hControles Internos - Melhores Práticas para Segurança dos Processos OperacionaisQUALIsaiba mais
21/069h às 11hCertificação ISO 14064- 1: Gases de efeito estufa – especificação e orientação a organizações para a quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufaSMSsaiba mais
26/069h às 11hISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial: conheça os caminhosSUSsaiba mais
19/079h às 11hGestão de Custos em Alimentos & BebidasQUALIsaiba mais
26/079h às 11hGlobal Report Initiative - GRI – Relatório de Sustentabilidade ou Modelo de GestãoSUSsaiba mais
16/089h às 11hLEAN Manufacturing para empresas Prestadoras de ServiçosQUALIsaiba mais
23/089h às 11hPGRS (Política de Gestão de Redíduos Sólidos) e oportunidades de negóciosSMSsaiba mais
27 e 28/088h30 às 17h30LEAN ManufacturingQUALIsaiba mais
13/099h às 11hPlanejamento Estratégico e BSC – Gestão ao seu alcanceQUALIsaiba mais
20/099h às 11hSustentabilidade: gestão ambiental por indicadoresSMSsaiba mais
18/109h às 11h6 Sigma – Visão estratégica para melhoria de processosQUALIsaiba mais
22 e 23/108h30 às 17h30Planejamento Estratégico e BSCQUALIsaiba mais
01/119h às 11hSustentabilidade Empresarial: Riscos e Oportunidades para o negócioSUSsaiba mais
08/119h às 11hISO 22000 – Introdução ao Sistema de Gestão de Segurança de AlimentosQUALIsaiba mais


Para se inscrever CLIQUE AQUI

Av. Paulista, 37, 10º andar – Auditório – Bela Vista
Acesso também pela Al. Santos, nº 74 - São Paulo | SP
Próximo à estação de metrô Brigadeiro
Prédio da Casa das Rosas

Fonte: Consultoria Keyassociados

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