"A logística reversa é processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no ambiente empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. " (Patricia Guarnieri)



Crédito da imagem: jscreationzs / FreeDigitalPhotos.net

domingo, 1 de agosto de 2010

USP quer garantir reciclagem ou reuso de 500 computadores ou equipamentos eletrônicos por mês

O Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) vai investir R$180 mil para implantar, até agosto, centros de coleta de equipamentos eletrônicos de comunicação e de informática descartados, informou a Universidade em comunicado à imprensa. O Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico deve atingir a marca mínima de 500 equipamentos eletrônicos coletados por mês.

Serão recebidos computadores, notebooks, impressoras, aparelhos de rede, equipamentos de telefonia móvel e fixa, que passarão por uma triagem e terão dois destinos: a reciclagem ou a destinação para ONGs e projetos sociais, caso possam ainda ser usados. Neste caso, os equipamentos deverão ser devolvidos após três anos de uso.
Já, no caso do descarte, os equipamentos passarão por várias etapas de separação dos componentes, a serem destinados à empresas parceiras, transformadoras de resíduos, para o processamento de metais, plásticos, placas, vidros e outros insumos recicláveis.
A iniciativa integra o projeto Criação de Cadeia de Transformação de Lixo Eletrônico, que contou com a participação de pesquisadores do L-Lab da universidade estadunidense, Massachusetts Institute of Technology (MIT). Nos EUA, somente a Universidade de Boulder, no estado de Colorado, possui programa semelhante ao da universidade paulista.
O primeiro centro funcionará no campus paulistano da USP, que receberá os resíduos também dos campi de Piracicaba, São Carlos e Ribeirão Preto. As unidades de Bauru, Pirassununga e Lorena serão integradas ao programa até o final deste ano, quando este será aberto para toda a população, visando absorver pelo menos uma parte dos produtos eletrônicos descartados continuamente.
A fim de reduzir o volume de lixo eletrônico contaminado e não reciclável, a universidade elaborou um selo destinado às empresas que excluem do processo de produção dos eletroeletrônicos, os materiais pesados, como chumbo, cádmio e mercúrio.
Por: Fernanda Dalla Costa
Fonte: www.revistasustentabilidade.com.br

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