"A logística reversa é processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no ambiente empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. " (Patricia Guarnieri)



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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Processos industriais de transformação de matérias-primas, a construção civil e a petroquímica são os maiores geradores de resíduos, segundo o IPT

No próximo dia 21 de junho deverá ser lançada a primeira versão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, cuja implementação fica a cargo do governo federal por intermédio do Comitê Interministerial de Resíduos Sólidos. O documento desta primeira versão baseia-se em diagnóstico da situação presente dos resíduos sólidos no Brasil, elaborado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).
Nacionalmente, o plano balizará as linhas estaduais e municipais de manejo do lixo. Uma vez implementado, o plano será atualizado a cada quatro anos nos próximos 20 anos. A primeira versão irá para consulta pública e debates durante 40 dias.
Para o IPT, processos industriais de transformação de matérias-primas, a construção civil e a petroquímica alinham-se entre os principais geradores de grandes quantidades de resíduos. Estes resíduos, dependendo do processo e da sua decomposição, têm potencial de recuperação e valorização. Alguns resíduos podem representar risco ambiental e necessitam de sistemas adequados para tratamento e destino final.
Resíduos podem ser transformados em novos produtos ou matérias-primas. Segundo a pesquisadora Cláudia Echevenguá Teixeira, do Centro de Tecnologias Ambientais e Energéticas do IPT, com o desenvolvimento de tecnologias de valorização – como reciclagem, reúso e reemprego – e de tratamento para remover características que tornam determinados resíduos perigosos, é possível viabilizar o seu reaproveitamento, minimizar sua periculosidade e transformá-los em novos produtos ou matérias-primas para outros processos industriais.
“O IPT vem trabalhando em alternativas para reciclagem de resíduos da construção e demolição (RCD), no aproveitamento de lodos de estação de tratamento de água e esgoto e no desenvolvimento de tecnologias para o tratamento de resíduos perigosos como, por exemplo, materiais contaminados com hexaclorociclohexano”, destaca a pesquisadora. (As informações são do IPT)

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