"A logística reversa é processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no ambiente empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. " (Patricia Guarnieri)



Crédito da imagem: jscreationzs / FreeDigitalPhotos.net

domingo, 22 de agosto de 2010

Ford Biológica

Usar espuma derivada de soja ao invés de petróleo, por exemplo, evitou mais 2.721 toneladas das emissões de dióxido de carbono anualmente da Ford. A companhia afirmou na semana passada que expandiria o uso de espumas de base biológica por quase todo o seu portfólio de veículos este ano – de olho nas possibilidades de no futuro usar plásticos compostáveis em seus produtos. 
"A espuma de soja é apenas a ponta do iceberg no desenvolvimento de materiais automotivos a partir dos recursos naturais", afirmou Debbie Mielewski, da Ford. "Temos que olhar para cada aspecto de um carro que pode ser verde. Um dia espero ver o mundo automotivo ser totalmente compostável, eliminando a utilização de peças à base de petróleo".
Esse dia não está próximo, põem poderia se tornar uma realidade, disse Mielewski em uma entrevista. "O plástico compostável, apesar de atualmente não satisfazer as nossas exigências de desempenho ou durabilidade, é uma promessa para o futuro".
A empresa tem uma longa história de experimentação de materiais alternativos, que vai desde tentar produzir materiais mais leves até plástico de resíduos de trigo e óleo de soja.
Os benefícios potenciais dos plásticos compostáveis são a redução da necessidade de petróleo, a melhoria da atividade agrícola e a redução nas emissões e nos impactos. "É apenas vai levar algum tempo para chegarmos lá", disse ela.
As oportunidades de redução de resíduos e de deslocamento dos materiais compostáveis em automóveis também são imensas, uma vez que um veículo típico é feito com cerca de 300 quilos de plástico, uma fração do que é reciclado.
Mas os obstáculos permanecem: os plásticos compostáveis enfrentam problemas de durabilidade em ambientes quentes e úmidos e necessitam de maior tempo de processo, afirmou Mielewski.
"Nós continuamos trabalhando com afinco em cada uma destas questões em nosso laboratório para nos certificar de que temos o produto final mais alta qualidade."

Fonte: http://www.portaldasustentabilidade.com.br/

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