"A logística reversa é processo de planejamento, implementação e controle do fluxo dos resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informação do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado. Desta forma, contribuindo para a consolidação do conceito de sustentabilidade no ambiente empresarial, apoiada nos conceitos de desenvolvimento ambiental, social e econômico. " (Patricia Guarnieri)



Crédito da imagem: jscreationzs / FreeDigitalPhotos.net

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Caixinhas Longa Vida viram telhas

Às vezes, o material reciclado se transforma em um produto bem diferente do original, como a caixinha de leite Longa Vida, que vai parar no telhado! A separação dos materiais da embalagem é feita por uma multinacional, que só aproveita o papel। O plástico e o alumínio são lavados e vendidos para as empresas de reciclagem. A tonelada sai por R$ 50. Os donos da fábrica de telhas compram 50 toneladas por mês para produzir 2.500 mil peças. O primeiro passo da produção é secar o plástico e o alumínio, ao ar livre. “Quando não tem sol, nós secamos na prensa mesmo. Perdemos tempo, energia elétrica, mas é a única maneira, por enquanto, até se descobrir um secador para este tipo de material. Isso dá em torno de 90% a mais no tempo, o que é prejudicial na produção e no custo”, lamenta o empresário Aloísio Henrique Botta. Depois, o material é triturado e vai para o centrifugador, onde o plástico e o alumínio são separados. A parte mais importante de todo o processo é quando o material já pronto, seco e triturado, é colocado numa prensa. Ele é derretido e compactado, a uma temperatura de 180ºC e a uma pressão de 200 toneladas. Depois de 50 minutos, a chapa reta é retirada da prensa. O último passo é dar forma à telha. O investimento da empresa na estrutura e no maquinário foi de R$ 300 mil. Para fabricar cada peça, de 2m40cm de comprimento, são usados 12 quilos de matéria-prima reciclada. Cada telha custa R$ 16; uma de amianto sai por R$ 22. Outro atrativo do produto, além do preço, é o conforto térmico. O material isola o calor e deixa o ambiente com temperatura mais agradável. No total, 80% da produção da fábrica vai para o Espírito Santo.
Fonte: Pequenas empresas grandes negócios
http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIR162752-5027,00.html

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